Saturday, December 24, 2011

O SIGNIFICADO DO NATAL:

ELE NASCEU PARA MORRER POR NÓS – VALE A PENA COMEMORAR

A maior festa de aniversário do Mundo está chegando, um menino nasceu e mudou a história, por mais que o paganismo possa desconsiderar a pessoa de Jesus, aceitar que tudo e todos foram marcados antes e depois dele é inevitável, a historia mundial, os acontecimentos da tecnologia, e até o homem. O profeta Isaias declarou em alta e boa voz “Porque um menino vos nasceu, um filho se nos deu; o principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz”. Mas será que Jesus nasceu neste dia? Devemos comemorar o Natal? De onde veio a ideia desta data?

Tenho em mente que vale muito a pena comemorar o Natal, quero dizer que respeito à posição das pessoas que não comemoram, mas gostaria muito que você pensasse sobre esta comemoração lendo esta matéria.

ORIGEM DO NATAL

Natal vem do latim “natale”, que significa nascimento, os cristãos primitivos não tinha interesse de comemorar o natal, logo na metade do século III d.C., Hipólito, bispo de Roma, escolheu a data de dois de Janeiro para comemorar o nascimento de Jesus, outros cristãos escolheram outras datas. Em 325 a 354 d.C. fica acertada a data de 25 de Dezembro para a comemoração universal do Nascimento de Jesus. Olhando para a Palavra de Deus, não existe nenhum registro especifico para o nascimento de Jesus, o que conhecemos sobre este dia é que houve grande jubilo no céu e na terra marcados por um exercito de anjos, presentes, e uma alegria incomparável de Deus o criador universal. Por mais que esta data não seja a verdadeira data do nascimento de Cristo, isto seria um argumento legalista demais para não comemorar, será que você nunca viu ninguém nascer em um dia e ser registrado no outro? O que importa é que JESUS NASCEU e por isso o povo de Deus deve se alegrar. Mas esta data deve ser comemorada com mais alegria ainda pelos cristãos, sabe por quê?

Quando olhamos o que era comemorado neste dia, e que foi esquecido, isto demonstra a soberania de Cristo em todos os aspectos. O Império Romano neste dia, 25 de Dezembro comemorava a festividade do Natal do Sol Invicto, esta festividade era comemorada pelos adoradores do “Sol Invicto”. Estes adoradores eram identificados com Mitra. O Mitraismo era um culto semelhante ao cristianismo. Quando o dia 25 de Dezembro foi cogitado para o nascimento de Cristo, o cristianismo entrou em conflito com o mitraismo, mas quem venceu foi Jesus Cristo. Neste dia o cristianismo ofuscou as festividades pagãs. O profeta Malaquias profetiza no Capitulo 4, v.2 “Mas vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerro da estrebaria.” O sol da justiça nasceu e o costume pagão foi esquecido ao longo dos anos e até hoje Cristo é honrado pelo seu nascimento.

Este acontecimento é como se o de um feriado de uma festa pagã fosse substituído por uma comemoração cristã. Como no dia do Carnaval fosse colocado o dia de Ações de Graça, no dia 31 de Outubro dia de Halloween fosse substituído por qualquer dia que honre a Cristo. A pergunta é: Se acontecesse a troca destes dias por uma comemoração Cristã, você comemoraria com alegria ou não? Não importa se o dia é ou não 25 de Dezembro, mas devemos exaltar o acontecimento: JESUS NASCEU!

Não estamos preocupados no dia propriamente dito, mas o fato de Cristo nascer, já nos dá um gozo em nossa alma porque o plano de Deus estava preste a acontecer, a aliança entre você e Deus, a comunhão do homem com Deus, seria estabelecido pela morte de Cristo, e para morrer é necessário nascer, o inicio de uma nova vida estava prestes a acontecer.
O que deve ficar claro é que este dia podia ser comemorado em qualquer dia do ano, os cristãos não estão se apegando a data em si, mas sim o acontecimento.

JESUS NASCEU NO INVERNO OU NO VERÃO?

Existem duas teses que serão colocadas aqui, cada uma defendendo a sua posição, mas vale a pena conhece-las para que você possa abrir o seu leque de conhecimentos.

A primeira é que Jesus não nasceu no inverno. Levando o contexto de Lucas, que da a entender que Jesus teria nascido no verão, por causa do recenseamento determinado por César Augusto (Lucas 2- 1-2).

Outra posição defendida é que os pastores estavam no campo durante a noite, para quem já vez uma viagem a Israel, é de conhecimento que à noite em alguns lugares o frio é muito forte e que os pastores não conseguiriam aguentar estando com o rebanho. Outra situação contraria ao inverno é o deslocamento de uma grande quantidade de pessoas de um local para o outro, fato que não seria comum ou apropriado no inverno, então da a entender que poderia ter acontecido no período entre Abril e Novembro.

Por outro lado gostaria de colocar uma posição contraria que defende o nascimento de Jesus no Inverno. Levando em conta que o decreto foi dado pelo Imperador e devia ser obedecido, os Governantes romanos poderiam dar o recenseamento não importando se estava no inverno ou no verão. Outro ponto que devemos analisar é que todos eram obrigados alistar-se, não importando a situação em que se encontrava, até mesmo Maria grávida teve que ir. O recenseamento Romano tinha duas finalidades:

1- Declaração dos nomes das pessoas, sua ocupação, esposas, filhos, servos e propriedades.
2- Declaração do valor de suas propriedades, do dinheiro e outros recursos com que esperavam contribuir para a manutenção do governo, o fornecimento de homens e dinheiro.

Por ser uma obrigação, não sabemos a necessidade do governo nesta época, na qual poderia ser uma chamada extraordinária, sabemos que o povo esperava um libertador de Israel, mas terreno porque não suportavam mais viver debaixo das vontades do governo Romano. Este poderia ser um recenseamento para obter mais imposto ou poderia ser que o governo Romano estava precisando de mais dinheiro e esta foi à saída para a ocasião.

Outra situação que deve ser levada em conta é que Jesus não nasceu no relento como é demonstrado nos presépios, ele nasceu na estrebaria.

As casas da época normalmente tinham um lugar de colocar os animais dentro da casa, seria como se a casa tivesse uma garagem e ali fosse o primeiro nível da casa aonde os animais poderiam ficar no inverno. Jesus estava na manjedoura, isto para alguns defensores do inverno demonstra que Jesus estava dentro da casa, ou seja, dentro do 1º nível.

Na questão dos pastores que estariam com as ovelhas no campo, existe uma posição de R. N. Chaplin, que na Mishnah indica que as ovelhas reservadas para o sacrifício no templo eram postas a pastar nos campos que circundavam Belém, e que as ovelhas para o sacrifício não poderiam ser confinadas. Estes pastores deveriam ser homens preparados para esta tarefa, cuidando das ovelhas que eram em beneficio a adoração efetuada no templo. Os pastores foram abençoados por Deus e tiveram a oportunidade de ver o menino Jesus que seria a substituição dos sacrifícios, por amor e submissão à ordem do Senhor. Deus tinha dado aos pastores a certeza de que aquele sacrifício de ficar tomando conta das ovelhas iria acabar em breve.

Aqui colocamos algumas questões, mas não importa se ele nasceu no inverno ou no verão, importa que JESUS NASCEU!

ELE NASCEU PARA MORRER POR NÓS

As datas, o tempo fica em segundo plano para o Cristão, o que não podemos esquecer é que Jesus foi uma promessa de Deus para resgatar o Homem. Quando olho para a Bíblia o nascimento de Jesus indica esperança, Ele foi o libertador, o profeta, o sacerdote, e o próprio sacrifício. Para qualquer cristão o natal deve lembrar a materialização do Amor de Deus, a revelação do próprio Deus para o homem, a porta que nos dá entrada ao reino Celestial.

Por isso quero lembrar Isaias 53: Quem deu credito a nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do Senhor?

Porque foi subindo como um renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência para que o desejássemos. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, experimentado nos trabalhos e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos caso dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si, e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades, o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós estávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele à iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca, como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a boca.

Da opressão e do juízo foi tirado, e quem contará o tempo de sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes, pela transgressão do meu povo ele foi atingido. E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sai morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.

Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo enfermar, quando sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará aos seus dias, e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão.

Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si. Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores, mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores.

ELE NASCEU PARA MORRER POR NÓS.
FELIZ ANIVERSÁRIO – JESUS

http://estudos.gospelmais.com.br/o-significado-do-natal.html

Porque comemoramos o NATAL?

Não é porque o mundo ocidental, principalmente, se volta para comemorar o Natal nesta época do ano que nós o fazemos. Na verdade, o nosso Natal é comemorado de uma maneira completamente diferente do mundo.

1) Comemoramos o nascimento de Cristo todos os dias do ano! Sim, esta é a mensagem do Evangelho: E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade... (João 1: 14). Não há um culto sequer, durante o ano, em que deixemos de louvar a Deus pela vinda de Jesus para ser o nosso Redentor.

2) Comemoramos o Natal com consciência de quem é Jesus e do que Ele fez por nós. Sabemos que Jesus é eterno, que no princípio Ele era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (João 1:1). Compreendemos que o homem Jesus foi a encarnação do Filho de Deus, e que todas as coisas (o Universo) foram feitas por intermédio dele (Jesus), e sem ele nada do que foi feito se fez (João 1:3).

3) Entendemos que a vinda de Jesus ao mundo é prova do grandioso amor de Deus por nós. Comemorar o Natal é um privilégio quando lembramos que Deus amou o mundo (a nós) de tal maneira que deu Seu Filho... (João 3: 16).

4) Ao louvarmos a Deus pelo Natal de Cristo estamos, também, reconhecendo o que somos: mas a todos quantos o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. (João 1: 12).

Assim, o Natal não se comemora somente na segunda quinzena de dezembro, mas durante todo o ano. Não se comemora comendo, bebendo ou comprando presentes compulsivamente. O Natal se comemora servindo a Deus, adorando, louvando ao Senhor e Salvador Jesus Cristo.

O VERDADEIRO SENTIDO DO NATAL

Para muitos o natal é uma festa a ser meramente comemorada, dão-se presentes, regalam-se com comes e bebes, festejam entre parentes e amigos.

No entanto, como cristãos, entendemos pela Palavra de Deus que o natal (nascimento de Cristo), representa o cumprimento das muitas promessas a respeito da vinda do Messias, o Salvador da humanidade.

Portanto o natal é bem mais que comemoração: É celebração da salvação.

Quanto ao fato do nascimento de Cristo ser celebrado não deveriam existir discussões. Porém, quanto à data, à forma e o significado deste evento existem muitas controvérsias.

Em primeiro lugar, discute-se muito a respeito do dia separado para esta celebração. Realmente 25 de dezembro não é a data original do nascimento de Jesus Cristo. O dia correto não se sabe, no entanto com alguns cálculos bíblicos é possível concluir que o nascimento se tenha dado em um dia entre os meses de março e junho; Apesar de ter quem defenda que foi próximo ao final de Setembro.

No período que envolve a colheita e a primavera judaica a data tradicional de 25 de dezembro, inicialmente fez parte do calendário romano, quando era comemorado o “Solstício de Inverno” (dia que marca a chegada do inverno e do verão).

Nesta ocasião era realizada uma festa pagã de adoração ao astro sol, que representava para eles a divindade chamada “Sol invicto”. Porém, por influência da presença marcante dos cristãos na vida do império, este dia veio a ser oficializado como do dia da comemoração do nascimento de Jesus Cristo, desfazendo o costume pagão, o que veio a se tornar uma tradição cristã, Malaquias profetizou:[“Mas para vocês que temem o meu nome, nascerá o sol da justiça trazendo salvação em seus raios” (Jesus).

Lembremos que quando Jesus nasceu o mundo estava sob o domínio romano e, no primeiro dia da semana era adorado o “Sol invicto”.

Quando Jesus ressuscitou no domingo, biblicamente, este dia passou a ser chamado “Dia do Senhor”. Até hoje a maioria dos cristãos consagram o domingo à adoração de Jesus Ressurreto.

Em segundo lugar os símbolos tradicionais de natal são muitas vezes questionados. Não estamos dizendo das discrepâncias, como o uso de duendes, gnomos..., que realmente nada tem a ver com o “Natal de Cristo”. Mas, das guirlandas, do presépio (estrebaria), o pinheirinho, as bolinhas coloridas, os pisca-piscas, as luzinhas, os presentes, os anjos, as estrelas, sinos e as canções.

Quanto aos anjos, as estrelas, canções, presentes e a estrebaria não há muito que discutir, pois a Bíblia revela que Maria deu a luz à Jesus e deitou-o numa manjedoura (gamela onde se depositava alimentos para os animais), pois não havia lugar na estalagem. Aos pastores foi anunciado o nascimento, e um anjo fez os convites para visitá-lo na estrebaria (um compartimento ligado à hospedaria ou uma gruta próxima, como era costume dos judeus), logo surgiu uma multidão de exércitos celestiais (milhares de anjos) e louvaram a Deus.

Os magos do oriente foram guiados pela estrela e deram os presentes (ouro, incenso e mirra), ao bebê Jesus (Lc. 2.1-19; Mt. 1.18-25 a 2.1-2). Em relação aos outros símbolos, eles são frutos de tradição cristã, apesar de alguns autores os associarem ao paganismo.

Dizem por exemplo que o pinheirinho vem da antiga prática pagã de idolatria envolvendo árvores sagradas, mas se esquecem que não somos pagãos e nossa concepção deve ser renovada pela mente de Cristo e pelo Espírito Santo.

Por exemplo, a Bíblia diz que “...Apareceu o Senhor a Abraão nos carvalhos de Manre, estando ele assentado à porta da tenda no calor do dia”: Gn. 18.1. Em uma época em que os pagãos tinham o carvalho como sagrado, Deus não se incomodou de falar com seu servo ali, pois sabia que ele não adorava uma árvore e sim ao Criador, de quem foi chamado de amigo.

A Bíblia fala muito a respeito de árvores em comparação a vida de Deus nos justos (Sl.1; Jo.15.1-5; Sl.92.12; Is.61.3). Não é justo condenar cristãos que montam e enfeitam uma árvore; mesmo porque algumas dessas práticas foram consolidadas pela própria tradição protestante, o primeiro a por enfeites coloridos e iluminar uma árvore de natal.

O Natal deve ser uma festa de luz e cores, pois Jesus é a luz do mundo, é Ele que confere beleza e encanto a nossa vida.

As bolas coloridas representam “Romãs”, que na Bíblia simbolizam santidade e prosperidade (vida frutífera) (Ex.39.24-26).

Os sinos também faziam parte das vestes sacerdotais.

As guirlandas (coroas), na antigüidade faziam parte do prêmio dos vencedores, representam honra e glória. Há autores que afirmam que as guirlandas são uma forma satânica de figurar a coroação de Cristo com uma coroa de espinhos. Isto soa como extremamente tendencioso, pois a própria Bíblia afirma que os cristãos devem visualizar a Cristo como um rei coroado de glória e honra (Hb.2.9). A guirlanda não aponta outra coisa senão para esse esplendor de Cristo.

As mais belas canções de Natal são uma composição evangélica. Por exemplo: “Eis dos anjos a harmonia” – Charles Wesley.

Sendo assim, celebre o natal dentro da liberdade cristã.

Gosta de símbolos? Utilize-os, se não, não. Mas lembre-se destas recomendações:

Primeiro, o Natal de uma família cristã é a celebração espiritual (leia Lc.2.1 a 20; Mt.1.18 a 2.12 com sua família).

Faça uma oração de gratidão por Jesus ter nascido para nos salvar.

Avaliem a convivência familiar, façam consertos, peçam perdão e declarem boas coisas uns aos outros.

Segundo, o nascimento de Jesus foi um presente de Deus para a salvação da humanidade.

No natal desembrulhe este presente diante de outras pessoas. Mostre Jesus para alguém que não o conheça. Símbolos são apenas símbolos.

Você possui o próprio Cristo nascido em seu coração.

Este é o natal que deve ser celebrado todos os dias do ano.


http://www.reflexoesevangelicas.com.br/2011/12/entendendo-o-verdadeiro-natal.html

O VERDADEIRO NATAL

22/12/2011
AP FREITAS


“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”. (Isaías 9:6-7).

O nascimento de Jesus Cristo, embora não se possa afirmar com exatidão a data certa, é um fato histórico, irrefutável e inegável, que trouxe profundas implicações para todos os homens. A importância da vida e obra de Jesus é tão marcante que a história humana foi dividida em duas partes bem definidas: antes e depois dele.

Como disse Oscar Cullmann “a ação de Cristo se estende ao longo de toda a História. Ela é orientada, centralizada e conduzida. Cristo não é apenas um ponto cronológico do tempo; é ele quem dá sentido a cada uma das grandes divisões da história da salvação”. O grande pregador Charles H. Spurgeon disse que “Cristo é o grande fato central da história. A partir dele olha-se para frente ou para trás".

O Antigo Testamento – primeira parte da Bíblia – traz em seu bojo diversas profecias que diziam: - Ele virá! Há, inclusive, indicação do local do nascimento do Messias: ”E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”. O Novo Testamento nos alerta: - Jesus Cristo veio, nasceu em Belém, viveu entre nós, morreu crucificado por causa de nossos pecados, ressuscitou ao terceiro dia e breve voltará! Maranata!

Muitos querem celebrar no Natal o nascimento de Cristo. Mas, teria ele nascido em 25 de dezembro? Se ele não nasceu nessa data, quem nasceu e a quem as pessoas estão celebrando sem o saber? O termo Natal quer dizer nascimento – daí outros vocábulos como natividade, natalício, etc. O dia 25 de dezembro é uma data simbólica. O que se sabe é que o referido dia era dedicado no calendário romano à celebração do Natal do Sol invicto - festa dos adoradores do sol. Como o Cristianismo prevaleceu em Roma, a data foi escolhida para celebrar o nascimento de Cristo. Este tema tem merecido a atenção de muitos teólogos ao longo da história e gerado muita controvérsia. Os ortodoxos comemoram o natal em 06 de janeiro e os armênios no dia 19 do mesmo mês.

O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com festivais pagãos que celebravam o solstício de inverno, em adoração ao deus-sol. Também neste dia, segundo a Enciclopédia Britânica, comemora-se o nascimento de Tamuz. Seus sacerdotes faziam sacrifícios, ou seja, cortavam as cabeças de bebês e penduravam em pinheiros e outras árvores.

Alguns dizem que o natal é a mais linda festa. Mas que tipo de festa - pagã, idolatra, católica, mística? Muitos símbolos foram acrescidos à festa natalina ao longo dos anos, tais como: - a árvore de Natal, Papai Noel, troca de presentes e de cartões, presépio, dentre outros. Todos estes símbolos muitas vezes desviam o verdadeiro sentido do natal e ainda são exacerbados pela cantilena capitalista. Nos grandes shoppings e no comércio em geral abusa-se do chamado “espírito natalino” e pouco se fala do Cristo – suposto aniversariante.

Num momento em que as pessoas querem comemorar o nascimento de Cristo, é importante lembrarmos que mais do que uma festa com bastante comida, bebida e presentes, o nascimento de Jesus é a manifestação da misericórdia e do amor de Deus que nunca desistiu dos homens. Nossa postura, então, deveria ser como a dos reis magos que vieram de longe para adorá-lo e ainda trouxeram seus presentes (Mt 2.1-12).

É perigoso dar-se o fato de, no meio de tantas luzes, ficarmos no escuro sem aquele que é a luz do mundo; em meio a tanta comida, ficarmos com fome daquele que é o pão da vida; no meio de tanta bebida, ficarmos sedentos daquele que é a água da vida.

Precisamos, pois, aceitar a humanidade de Cristo (um menino nos nasceu...), reconhecê-lo como o Filho amado de Deus (um filho se nos deu...) e o verdadeiro Deus que se fez homem para resgatar a humanidade perdida, como escreveu o Apóstolo Paulo aos crentes de Filipos: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.5-11).

Se Jesus Cristo nos “visitasse” hoje, com certeza ficaria indignado com tudo o que se tem feito em seu nome, mas sem nada de seu Espírito e daquilo que ele ensinou. Tanta corrupção, violência, criminalidade, injustiça, miséria, imoralidade e incredulidade – ao lado de uma igreja omissa e alienada, outras vezes triunfalista, causariam nele a mesma indignação que teve contra os religiosos de seu tempo. Por outro lado, o mesmo Jesus hoje, também, choraria de compaixão por tantas ovelhas que não têm pastor.

Para muitos homens, chamados de mestres e doutores, Jesus é mais um mito; outros o vêem como um líder carismático, um iluminado ou até um rebelde e louco visionário. Alguns dizem que foi um homem perfeito e dotado de uma sabedoria singular. Grande parte quer apenas contato com o Jesus histórico.

Para Thomas Brooks “o chocalho sem o seio materno não satisfará a criança; a casa sem o marido não satisfará a esposa; o mundo sem Cristo não satisfará a alma”. Para o reformador Martinho Lutero “Cristo, em sua vida é um exemplo que nos mostra como viver; em sua morte, um sacrifício satisfatório por nossos pecados; em sua ressureição, um vencedor; em sua ascensão, um rei; em sua intercessão, um sumo sacerdote".

Para J. Blanchard “quando Jesus desceu à terra não deixou de ser Deus. Quando voltou ao céu, não deixou de ser homem”. No dizer de A F. Hughes “Cristo, como homem, dormiu no barco. Como Deus, acalmou a tempestade. Como homem, chorou. Como Deus, disse a Lázaro: - vem para fora! – como homem foi posto no sepulcro. Como Deus, se levantou".

João Batista o viu como o cordeiro sem mancha e sem defeito, perfeito para o sacrifício – o agnus dei – o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29).

Pôncio Pilatos o apresentou – Ecce-homo – “Eis aqui vo-lo trago fora, para que saibais que não acho nele crime algum” (João 19.4).

A Bíblia Sagrada apresenta Jesus como o logos – o verbo - o único caminho para Deus, a verdade, a vida, a porta, o sumo Pastor, o agnus dei – o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo - a primícia dos que dormem, o Leão da tribo de Judá, o Rei dos Reis, o Senhor dos Senhores, o alfa e o ômega, aquele que salva o pecador, que cura os enfermos, que liberta dos oprimidos, que consola os tristes, e que nos fez mais do que vencedores. A Ele, nosso único Senhor e suficiente Salvador, toda honra, glória, louvor e adoração para sempre.

Porque veio Jesus ao mundo? Podemos enumerar diversos motivos:

- Para ser a luz dos gentios e trazer salvação: “também te dei para luz dos gentios, para seres a minha salvação até à extremidade da terra” (Isaías 49:6);

- Para anunciar o ano aceitável do Senhor: “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração, a pregar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do Senhor” ( Lc 4.18,19).

- Para anunciar o evangelho do Reino de Deus: “Ele, porém, lhes disse: Também é necessário que eu anuncie a outras cidades o evangelho do reino de Deus; porque para isso fui enviado” (Lc 4.43);

- Para trazer vida eterna aos que nele creem: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3: 16);

- Para salvar o mundo: “porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (João 3: 17);

- Para desfazer as obras do diabo: “Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo” (1 João 3:8);

- Para aniquilar o diabo, que tinha o império da morte: “E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo” (Hebreus 2:14);

- Para tirar os nossos pecados: ”E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os nossos pecados; e nele não há pecado” (1 João 3:5).

Portanto, quer comemoremos ou não o Natal, o importante não é a data e nem a festa, e sim o fato singular: - Jesus nasceu! Ouçamos, então, a sua doce voz: ”Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Apocalipse 3:20).

Celebre, então, o Filho de Deus, que nasceu, cresceu, operou milagres, morreu em nosso lugar e ressuscitou para nos dar um lugar no céu. A ele, Jesus Cristo, seja a honra, glória e louvor para todo o sempre.

http://www.betuel.org.br/estudos/ler.asp?cod=99&qual=2

Filme Amanhecer é sucesso nas bilheterias do mundo, pastor diz que é doutrina de demônios.

O pastor Armando Taranto Neto chega a dizer que esse filme engana os incautos que são atraídos pelo que ele chama de “doutrinas de demônios”.

No primeiro final de semana de estreia o filme Amanhecer – Parte 1 arrecadou US$ 283,5 milhões em bilheterias de vários países do mundo, se tornando o quinto maior lançamento dos Estados Unidos e Canadá, países onde ele arrecadou US$ 139,5 milhões.

Essa é a primeira parte de duas que contam a sequência final da série que já teve outros três filmes. O público deste longa-metragem é de 80% formados por mulheres, geralmente adolescentes que se encantaram com o triângulo amoroso entre uma humana, um vampiro e um lobisomem.

Os personagens místicos e a história bastante improvável que apresenta o vampiro como um personagem dócil e apaixonante desperta atenção em muitos cristãos, o pastor Armando Taranto Neto chega a dizer que esse filme engana os incautos que são atraídos pelo que ele chama de “doutrinas de demônios”.

“A parte final da saga Crepúsculo, intitulado ‘Amanhecer’, chega arrebatando a atenção e os corações de milhões de incautos que, infelizmente, à semelhança do povo de Nínive, não sabem discernir a mão esquerda da direita. Esta é uma prova cabal de que as doutrinas de demônios estão ativas e influenciando jovens e adultos em todo o mundo”, diz.

O pastor que também é teólogo compara o enredo do filme com a vontade de satanás de destruir o homem, feito a imagem de Deus. ”Bella, a protagonista, se casa com o vampiro Edward, dando início a uma improvável família. Bella se adapta, tanto que engravida de um “vampirinho” que agora a consome por dentro e tenta matá-la. Sabe, admiro como satanás não tem mais o interesse de deixar suas intenções ocultas nos porões subliminares, não senhores, agora ele faz questão de deixar claro os seus ardis”, diz.

Para ele o que acontece com a personagem assemelha-se com o que acontece quando uma pessoa deixa o pecado entrar e então o “daimonion” começa a consumir a pessoa por dentro, destruindo até levá-la à morte. “Tal qual a Bella do “Amanhecer”; e como a protagonista, que corria perigo de morte, assim também todos os que estão envolvidos com essas doutrinas ocultistas.”.

O pastor explica que no conceito filosófico platônico demônio (daimonion) significa um estado de pensamento constante em que o homem pode ser envolvido, acorrentado, enlaçado, uma ideia fixa, que pode levá-lo até a matar por ela.

Com esse conceito de Platão, o teólogo Taranto Neto concluiu que os jovens estão insensíveis às coisas de Deus e estão “‘grávidos’ das doutrinas de demônios que vêm assolando este mundo, onde a saga Crepúsculo é apenas mais uma”.

“Estão ‘endaimoniados’, acorrentados, enlaçados por todas as consequências nefastas provenientes do envolvimento com esse ocultismo, vampirismo, movimento ‘Emo’, ‘Gótico’ e afins”, diz ele que ainda conclui que o “cristão fiel, que tem prazer na Lei do Senhor e que é dirigido pelo Espírito Santo de Deus, não se sentirá atraído por filmes ocultistas ou mesmo de terror, não sentirá jamais atração por vampiros e, quando os vir, discernirá imediatamente a origem e o “daimonion” por trás dele.”

http://gospel.azumare.com/filme-amanhecer-e-sucesso-nas-bilheterias-do-mundo-pastor-diz-que-doutrina-de-demonios#ixzz1eoXHEsvb

Thursday, December 1, 2011

Teólogo cristão fala sobre o conteúdo oculto e perigos dos filmes de Harry Potter

Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte II, o último filme da série Harry Potter, chegou aos cinemas nesta sexta-feira (15). Após 10 anos, a trama continua a atrair milhões de admiradores adolescentes. Somente a sessão de pré-estreia nos Estados Unidos, na quinta-feira (14), à noite, arrecadou U$ 43,5 milhões. Junto com o sucesso, a saga continua a oferecer ao público alguns perigos, com conteúdo sobre ocultismo, bruxaria e falsa religião, alerta o estudioso Dr. Ted Baehr, presidente da Comissão Cristã de Filme e Televisão nos EUA.

“O capítulo final para as histórias de Harry Potter, como os livros, contém alguns elementos alegóricos evidentes aos cristãos. Mas, a versão do filme altera ligeiramente o confronto final entre o herói e o vilão para torná-lo ainda mais em um espetacular confronto entre dois mágicos feiticeiros”, Baehr disse.

Baehr, teólogo e estudioso da Bíblia, destacou que Deus condena veementemente a bruxaria e a feitiçaria em Deuteronômio 18:10-13. Além do mais, acrescenta Baehr, “o povo de Deus não fala ou consulta os mortos, e é exatamente o que acontece no final do filme Harry Potter”.

Outro problema do filme, Baehr frisa, é uma linha de diálogo sugerindo que as pessoas merecedoras serão recompensadas. “Isso vai contra os ensinamentos cristãos. A Bíblia diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Romanos 3.23), e que Jesus Cristo morreu por nossos pecados, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5.8)”, Baehr diz.

“Essa linha de diálogo pode parecer para algumas pessoas como uma coisa menor ou um distante ponto de discussão teológica, mas 50 anos de pesquisa mostram que as pessoas, especialmente crianças e adolescentes impressionáveis, são influenciados pelo que veem nos filmes e na televisão”, afirma o teólogo.

Baehr disse ainda que todo cristão, especialmente pais, professores, religiosos e líderes nos meios de comunicação de massa, tem o dever de guardar os corações e mentes das crianças e adolescentes de falsas ideias e do mal que pode levar à destruição do comportamento. Questões teológicas são tão importantes quanto as morais e as filosóficas.

Presidente da Comissão Cristã de Filme e Televisão, Baehr aconselhou os pais, avós, professores e líderes religiosos a alertar crianças e adolescentes sobre os perigos de ver filmes e programas de televisão como Harry Potter. Tutores devem ensinar as crianças a escolher o bem e a rejeitar o mal. Em vez de filmes como Harry Potter, Baehr recomenda filmes como Crônicas de Nárnia, que pelo menos possuiu alguma mensagem bíblica.

Fonte: CPADNews

http://noticias.gospelmais.com.br/harry-potter-teologo-conteudo-oculto-perigos-filmes-22122.html

O CRENTE E O CASAMENTO

Desde o tempo do Antigo Testamento, as pessoas tinham a preocupação de se casar com alguém que também servisse a Deus. Até mesmo em Israel a questão de casamento não era racial, mas espiritual. Os israelitas eram proibidos de casar com alguém que fosse estrangeiro, para que essa pessoa não induzisse a adoração de outros deuses no meio deles.

O pretendente não precisava ser da descendência física de Abraão para ser considerado judeu, mas compartilhar da mesma fé que ele tinha. Quem se convertia ao judaísmo era chamado prosélito, como podemos ver em Atos 2.11, que fala de convertidos ao judaísmo de varias partes do mundo:

O princípio de não se envolver com um não judeu era repetido vez após vez na antiga aliança, e quando por algum motivo ele era ignorado, sempre trazia miséria, maldição e desgraça.

Veja o caso de Sansão, em Juízes 16, para exemplificar o que aconteceu quando um homem de Deus se casou com alguém que servia a outros deuses. Ele se afeiçoou a Dalila, mesmo sabendo que ela não servia a Deus.

Sansão era alguém com um voto de servir ao Senhor, e um homem chamado para ser um juiz em Israel. Mas ao insistir em desenvolver um relacionamento errado, fora dos padrões do Senhor, com alguém que adorava ídolos, ele se abriu para que o inimigo pudesse atacá-lo e destruir sua vida.

Quando os príncipes dos filisteus souberam do seu envolvimento com Dalila, viram isso como uma brecha para poder vencer e matar Sansão. Assim, sugeriram que ela o persuadisse a contar de onde vinha sua grande força, e de como poderia ser amarrado e derrotado. Ambiciosa e de olho na grande quantia de moedas de prata que lhe foi oferecida, não pensou duas vezes em trair Sansão e revelar o seu segredo aos filisteus.

O resultado todos nós sabemos. Sua cabeça foi raspada, o Senhor se retirou dele, perdeu sua força e caiu nas mãos dos inimigos que o cegaram. De fato, além de sofrer a derrota, deu combustível aos príncipes para festejarem a vitória, atribuindo-a ao deus Dagon.

Depois, exposto à chacota popular e sem enxergar um palmo à frente do nariz, abraçou as colunas que sustentavam o templo, derrubando-o. E, em sua morte, acabou matando mais gente do que em todo o período em que viveu.

Mesmo tendo vencido muitos inimigos na morte, a sua perda foi uma tragédia para Israel, pois a nação ficou sem seu principal defensor e herói contra seus maiores inimigos. Sua atitude de se relacionar com alguém que não servia ao Deus verdadeiro trouxe destruição e desgraça não somente a sua vida, mas também deixou o povo que tanto contava com ele a mercê dos filisteus.

Da mesma forma, quando você insiste em se relacionar com alguém que não serve a Deus, está se abrindo a desgraça e a destruição, e um desfecho da sua historia pessoal que é quase certo será tão triste e desastroso quanto o de Sansão.

No Novo Testamento também temos uma advertência forte sobre o relacionamento com um descrente: “Não entrem debaixo do mesmo jugo daqueles que não amam ao Senhor, pois que tem o povo de Deus em comum com o povo do pecado? Como pode a luz conviver com as trevas? E que harmonia pode haver entre Cristo e o diabo? Como pode um cristão ser companheiro de alguém que não crê?” (2 Coríntios 6.14,15)

Para que um amor seja duradouro, o relacionamento entre duas pessoas precisa estar permeado de uma vida ativa e real com Deus. E na hora de escolher seu futuro cônjuge, esse deve ser o critério principal.

Toda vez que eu vejo alguém quebrar esse princípio, com raríssimas exceções, o fim é sempre trágico. Muitas vezes a pessoa acaba se iludindo, e começa a racionalizar: “Eu vou conseguir trazê-lo para perto de Deus”.

Mas quase sempre acontece o contrário. Você é que começa a correr o risco de se afastar do Senhor. Ao quebrar um princípio da Palavra simplesmente para as coisas acontecerem do seu jeito e conseguir um relacionamento mais rápido, você está se abrindo à maldição, ao engano e à tristeza. Se você mantiver um compromisso de procurar o amor da sua vida da forma correta, irá colher uma seara de bons frutos na sua vida por essa sabia decisão.

Trecho retirado do livro À procura do amor da sua vida, de Gary Haynes

http://kedsonni.blogspot.com/2011/11/crente-tem-que-se-casar-com-crente-e.html

Harry Potter e o Cristianismo

A princípio, o mundo da religião não ficou particularmente entusiasmado com a chegada do menino Potter. Por vários anos, a série Harry Potter, de J. K. Rowling, esteve no topo das listas da Associação Americana de Bibliotecas de livros mais desafiadores (razões citadas em 2001: “antifamília, ocultismo/satanismo, ponto de vista religioso e violência”). Protestantes evangélicos questionavam: a representação positiva da bruxaria desencaminharia crianças? E alguns católicos também estavam preocupados. Do cardeal Joseph Ratzinger (hoje Papa Bento XVI), que alertou que “seduções sutis” no texto poderiam “corromper a fé cristã”, ao reverendo Ronald A. Barker, sacerdote de Wakefield que arrancou os livros da biblioteca escolar de sua paróquia.

Mas, nos últimos anos, escritores e pensadores religiosos passaram a se entusiasmar por Harry – tanto a Christianity Today, uma revista evangélica, quanto L’Osservatore Romano, o jornal do Vaticano, elogiaram o último filme. O Christian Broadcasting Network, canal de Pat Robertson, apresenta em seu website uma seção especial sobre A Controvérsia de Harry Potter, que reconhece que “importantes pensadores cristãos têm opiniões muito diferentes sobre os produtos Harry Potter e como os cristãos devem responder a eles”.

Ético, positivo e tolerante
Ao mesmo tempo, estudiosos da religião começaram a desenvolver uma abordagem com maiores nuances sobre o fenômeno Potter, com alguns argumentando que a extremamente popular série de livros e filmes contém mensagens éticas positivas e um arco narrativo que vale a pena ser examinado academicamente e até teologicamente.

Os acadêmicos estão interessados sobretudo no que os livros têm a dizer sobre os dois grandes temas de preocupação das pessoas de fé – moralidade e mortalidade -, mas alguns também investigam o que a série diz sobre tolerância (Harry e seus amigos são notavelmente abertos a pessoas e criaturas diferentes), intimidação, a natureza e presença do mal na sociedade e a existência do sobrenatural.

O interesse acadêmico nos livros de Harry Potter começou bem antes do fim da série e não dá sinais de diminuir. Pipocaram livros acadêmicos com títulos tão diversos quanto The Ivory Tower and Harry Potter: Perspectives on a Literary Phenomenon (A Torre de Marfim e Harry Potter: Perspectivas Sobre um Fenômeno Literário) e Harry Potter’s World: Multidisciplinary Critical Perspectives (O Mundo de Harry Potter: Perspectivas Críticas Multidisciplinares).

No último outono, a Academia Americana de Religião teve em sua convenção anual uma mesa chamada A Forma Potteriana de Morte: A Concepção de Mortalidade de J. K. Rowling. E há uma grande quantidade de artigos em periódicos religiosos com títulos como Procurando Deus em Harry Potter e Envolvendo-se na Espiritualidade de Harry Potter ou mesmo mais complexos como Harry Potter e o Batismo da Imaginação, Harry Potter e o Problema do Mal e Harry Potter e Bibliotecas Teológicas.

Religião & Cultura Pop
“Existe todo um campo explosivo de religião e cultura popular buscando não apenas paralelos exatos, seja concordando ou contestando crenças religiosas, mas também considerando essas histórias um reflexo das sensibilidades espirituais ou religiosas da cultura”, afirma Russell W. Dalton, professor-assistente de educação cristã na Escola Brite Divinity, no Texas e autor de Faith Journey through Fantasy Lands: A Christian Dialogue with Harry Potter, Star Wars, and The Lord of the Rings (Jornada da Fé Através de Terras da Fantasia: um Diálogo Cristão com Harry Potter, Guerra nas Estrelas e O Senhor dos Anéis).

“Quando histórias se tornam tão populares quanto as de Harry Potter, elas deixam de refletir apenas as opiniões religiosas do autor, mas se tornam artefatos da cultura, dizendo algo sobre a cultura que as abraçou”, diz Dalton. “E esse é certamente o caso de Harry Potter.”

O interesse acadêmico no menino que sobreviveu ao mal faz parte de uma busca maior de escritores e estudiosos da religião por sinais da fé, e em particular por repercussões da narrativa cristã, na cultura. A busca não é nova, embora esteja historicamente concentrada na grande arte – como pintura e literatura. Mais recentemente, jornalistas de religião se voltaram para a cultura popular, escrevendo livros como O Evangelho Segundo os Simpsons, de Mark Pinsky, e The Gospel According to the Coen Brothers (O Evangelho segundo os irmãos Coen), de Cathleen Falsani, enquanto pesquisadores examinam o papel da religião em clipes da Madonna e em séries de TV como Jornada nas Estrelas e Lost.

“Precisamos nos envolver no diálogo que ocorre entre as pessoas”, defende Jeffrey H. Mahan, professor de ministério, mídia e cultura da Escola Iliff de Teologia, no Colorado, e um pioneiro no estudo da relação entre religião e cultura popular.

Também existe um longo histórico do uso da literatura infantil como forma de pedagogia religiosa. Amy Boesky, professora-associada de inglês do Boston College, afirma que o uso da literatura infantil para o ensino de valores morais remete a, pelo menos, Erasmo, que escreveu durante a Renascença, e inclui clássicos que vão de O Peregrino, de 1678, a Uma Dobra no Tempo, de 1962. O exemplo mais conhecido são os sete volumes de As Crônicas de Nárnia, escritos no início da década de 1950 pelo apologista cristão C. S. Lewis, que, além de servirem como divertida literatura fantástica, são frequentemente lidos como uma alegoria cristã, sendo o heróico leão Aslan obviamente uma metáfora de Cristo.

Embora alguns acadêmicos agora enxerguem Cristo em Harry Potter, os paralelos são mais sutis e, sem dúvida, amplamente ofuscados por uma torrente estonteante de feitiços mágicos, criaturas estranhas e jogos de quadribol. Harry em si é um complexo herói adolescente, assombrado pelo assassinato de seus pais, por vezes em conflito com seu papel no mundo e confuso, como qualquer um estaria, por sua estranha conexão mental com seu antagonista Voldemort.

“Os livros de Potter não são explicitamente religiosos como as narrativas de Nárnia, mas há a forte presença do mal, e temas do bem e do mal não são apenas filosóficos, mas também questões teológicas¿, observa Gareth B. Matthews, professor de filosofia na UMass Amherst.

Versões de Cristo e Deus
Alguns pesquisadores levam a busca por temas do Evangelho na série Harry Potter bem longe. Oona Eisenstadt, professora-assistente de estudos religiosos do Pomona College, faz uma análise extremamente elaborada, sustentando que Rowling explora a natureza complexa de personagens bíblicos apresentando duas versões de cada nos livros de Potter. os bruxos Severo Snape e Draco Malfoy, argumenta, representam interpretações concorrentes de Judas – ambos buscando a morte de Dumbledore, mas um porque está servindo o mal e o outro porque essa é uma exigência do destino. Eisenstadt enxerga Dumbledore e Harry, cada um à sua maneira, como figuras de Cristo – talvez Harry representando Jesus humano e Dumbledore o divino. E ela acredita que a descrição de elementos da comunidade judaica segundo o Novo Testamento ocorre através dos duendes (banqueiros repulsivos) e do Ministério da Magia (legalista e bitolado).

“Ao invés de oferecer uma alegoria direta, que obriga leitores juvenis a engolir a teologia, Rowling oferece representações dúbias, que são um convite à reflexão para jovens e todos nós”, escreve Eisenstadt.

Crítica ao fundamentalismo
Alguns estudiosos de religião parecem mais interessados na série Potter como um comentário social – em particular, eles focam na recusa de Harry em participar da discriminação aos trouxas demonstrada por alguns bruxos e feiticeiros de sangue puro, assim como na hostilidade a gigantes e fantasmas, entre outras criaturas mágicas ameaçadoras, que alguns personagens manifestam. “Um dos temas gerais da série Harry Potter tem a ver com perseguição com base na raça”, afirma Lana A. Whited, professora de inglês do Ferrum College, na Virgínia, e autora de The Ivory Tower And Harry Potter. Já Dalton, da Escola Brite Divinity, leva o argumento mais além, sugerindo que a associação de tolerância a personagens heróicos é uma crítica ao fundamentalismo.

“Para Dumbledore e Harry e seus amigos não importa se você nasceu trouxa ou gigante”, diz Dalton, “enquanto está claro que os Comensais da Morte, os malvados, são intolerantes às pessoas diferentes deles”.

Vozes divergentes
Nem todos os acadêmicos são tão entusiásticos. Elizabeth Heilmant, professora-associada de pedagogia da Universidade Estadual de Michigan e editora do livro Critical Perspectives on Harry Potter aponta que, diferente de Hermione, que abraça a causa dos elfos domésticos, “você nunca vê Harry Potter dedicando-se a uma causa em favor dos oprimidos. Ele é na verdade um herói relutante e não estou convencida de que a narrativa o faz efetivamente ir além de seus motivos pessoais”.

O interesse dos estudiosos de religião na série Potter se intensificou com o muito esperado lançamento do sétimo e último livro, Harry Potter e As Relíquias da Morte, publicado em 2007. A questão sobre a possível morte de Harry foi muito debatida antes do lançamento do livro, e não é preciso ter um diploma em divindade para ver temas de sacrifício e ressurreição na resolução dessa questão.

“Lembro-me da espera pelo livro sete e das conversas com meus filhos sobre se Harry Potter iria morrer e muitas dessas conversas envolviam até que ponto Rowling faria dele um livro cristão: será que Harry vai morrer e salvar o mundo?”, diz Stephen Prothero, professor de religião da Universidade de Boston.

O desfecho da história (alerta de spoiler!) é o ponto de partida para muitos estudiosos de religião, porque nas cenas finais, Harry compreende “que sua função era caminhar calmamente em direção aos braços acolhedores da Morte”, escreve Rowling. Harry permite que ele seja morto – ou pelo menos atingido por uma maldição fatal – para salvar o mundo da feitiçaria, mas depois retorna à vida, encorajado por uma visão de Dumbledore que lhe diz: “retornando, você pode garantir que menos almas sejam mutiladas, menos famílias sejam destruídas”. Harry então vence Voldemort e, segundo a descrição do livro, é visto pela multidão que testemunha a batalha final como “seu líder e símbolo, seu salvador e seu guia”.

“No final do último livro, temos um Potter agonizante que ressurge – ele precisa ser morto para livrar o mundo do mal personificado por Voldermort”, diz Paul V. M. Flesher, diretor do programa de estudos religiosos da Universidade de Wyoming e autor do artigo sobre Harry Potter para o Journal of Religion and Film. “Existe um padrão cristão nesta história. Não é apenas o bem contra o mal. Rowling não está sendo evangélica – isso não é C. S. Lewis -, mas ela conhece tais histórias e está claro que ela junta as peças de uma maneira que faz sentido e que ela sabe que os leitores vão acompanhar.”

Escritora confirma analogia religiosa
A própria Rowling, após a publicação do livro final, disse acreditar que os temas religiosos haviam “sempre estado óbvios”, e os acadêmicos observam pelo menos duas citações não nomeadas do Novo Testamento na série, uma no túmulo da mãe e irmã de Dumbledore (“Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”, Mateus), e uma no túmulo dos pais de Harry (“Ora, o último inimigo a ser destruído é a morte”, 1 Coríntios).

A última batalha de Harry com a morte consolidou o romance entre acadêmicos de religião e a série de Potter, com as controvérsias iniciais a respeito de varinhas e bruxaria sendo ofuscadas pela discussão do caráter de Harry e suas escolhas de vida.

“Ao invés de condenar certos elementos da série como malignos – algo que muitos cristãos fizeram -, devemos convidar nossas comunidades a apreciar mais profundamente tanto as similaridades quanto os contrastes entre as histórias e nossa fé cristã”, Mary Hess, do Luther Seminary de Minnesota, escreve no periódico Word & World.

De fato, Leonie Caldecott, escrevendo no Christian Century alguns meses após a publicação do sétimo livro, opina: “Como é revelado em Relíquias da Morte, longe de enganar a morte, Harry deliberadamente abraça a morte quando finalmente entende que isso é necessário para salvar os outros, e não apenas aqueles que ele particularmente ama.”

Dumbledore, no início da série, deixa claro suas próprias visões sobre o tema, dizendo: “Para uma mente bem organizada, a morte é apenas a próxima aventura.”

Na conferência da Academia Americana de Religião, os participantes exploraram a cena final, bem como outras ilustrações da morte na série de Potter, buscando por significados. Paul Corey, professor de estudos religiosos da Universidade McMaster, do Canadá, retoricamente perguntou: “Qual é a diferença entre um cristão e um Comensal da Morte?”. Este foi o ponto de partida para refletir sobre como a busca de Voldemort para vencer a morte poderia diferir de, ou se assemelhar, ao desejo cristão pela vida eterna no paraíso. E Lois Shepherd, especialista em bioética da Universidade da Vírginia, disse que encontrou na série um argumento contra o prolongamento da vida física a todo custo – uma rejeição ao que ela chamou de “busca para evitar a morte” que, segundo ela, foi representada pelo debate sobre Terri Schiavo no mundo real.

“A morte, na filosofia da série, não deve ser temida”, Shepherd diz. “Na verdade, são aqueles que mais temem a morte – Voldemort sendo o exemplo supremo disso – que se envolvem em atos inomináveis de maldade.”

Fonte: The New York Times e Terra / Gospel+
Via: Pavablog

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Harry Potter – O Oleiro Maldito

Em inglês “potter” é oleiro – Isaías 64:8

Harry Potter é um fenômeno editorial mundial que possui como tema a saga de um menino feiticeiro, cujos pais foram mortos por um bruxo muito poderoso, e que mora numa casa onde é maltratado por todos.
Ele é apresentado como um simpático menino de óculos e com um raio estampado na testa. Vejam a seguir uma breve definição esotérica do que significa raio:

“de longa data o raio é considerado um instrumento e arma divinos; e é o símbolo da atividade celeste, da ação transformadora do céu sobre a terra”.

É o fogo que traz a destruição à terra, é em todas as culturas antigas, a expressão e o simbolismo da força sobrenatural. Na maioria das vezes é o deus do céu ou o rei dos deuses, que com o auxílio do machado ou do martelo destrói criaturas inimigas na terra ou castiga os seres humanos insubordinados.

Por causa da origem celeste, o raio também pode desempenhar o papel de símbolo da “revelação sobrenatural”.

Como se pode ver nada é ao acaso. Até o raio estampado na testa de Harry Potter, tem um forte simbolismo esotérico.

A temática de Harry Potter é profundamente mística e inteiramente comprometida com bruxaria, feitiçaria e esoterismo, e é apresentada como literatura mimetizada em contos pueris, quando na realidade é perversa e advinda do inferno.

Confesso que havia decidido não escrever sobre Harry Potter, porém uma reportagem na revista Veja edição 1671, ano 33 número 42 de 18 de outubro de 2000, me fez mudar de ideia. A reportagem O efeito Potter – Pequeno bruxo cativa os adultos e leva crianças a novos autores, me fez refletir sobre o assunto.

A reportagem traz informações preciosas, dentre elas que a Editora Rocco, que publica os títulos no Brasil, recebe cerca de 1 000 e-mails por mês sobre Harry Potter. Destes e-mails, cerca de 20% são de adultos que aguardam ansiosos pelos próximos números ou surpresos com a reação de seus filhos.
Os demais e-mails são das próprias crianças, que já tendo lido os dois primeiros livros da série lançados em português, elogiam as publicações e pedem sugestões e dicas de livros parecidos.

São crianças pedindo sugestões de livros com o mesmo assunto de Harry Potter, ou seja: iniciando-se nas artes da bruxaria e da feitiçaria. Temos crianças, que em vez de estarem brincando ou aprendendo coisas sadias, estão mergulhando de cabeça em práticas místicas e profundamente comprometidas espiritualmente, sob o olhar complacente de pais e mães, a exemplo do que acontece com o Halloween.



Pasmo absoluto!
Alguns críticos e defensores da série dizem que o seu conteúdo é meramente figurativo e que crianças e jovens devem ter um contato com a realidade espiritual, ainda que deturpada. Alguns educadores dizem que é a eterna luta do bem contra o mal, o espírito aventureiro; o bom humor e a ironia da narrativa são muito bem misturados. É compreensível que atraia leitores de diferentes idades, dizem sem sequer envergonharem-se. Um clérigo católico disse o seguinte da série: “O ocultismo é um detalhe irrelevante”.

“O que a série mais estimula não é a bruxaria, mas a coragem, a lealdade, a solidariedade, o desejo de sacrificar-se pelos outros, pondo em risco a própria vida – lições maravilhosas num mundo onde as pessoas estão cada vez mais autocentradas.” Caberia até uma pergunta ao senhor vigário: o que ele faz com a bruxaria contida nos livros?

Certamente vai passar por cima, ou ainda ignorar o perigo iminente. A mágica e o feitiço de Harry Potter é a de Merlim, o feiticeiro da távola redonda.
Ao utilizar o nome de “potter” ou oleiro, que sugere perícia, engenho, habilidade, quer se fazer pensar que tudo é uma mera coincidência com o nome. Goeebels, o ideólogo da propaganda nazista dizia que uma mentira repetida reiteradas vezes toma ares de verdade. A mentira aqui é fazer pensar que Harry, o oleiro de mentira, representado numa literatura malígna e perniciosa pode substituir Deus o Oleiro verdadeiro na vida da humanidade.
Viram que não há nada casual?

A série de três livros atingiu a estrondosa marca de 30 milhões de exemplares vendidos no mundo todo. Uma milionária e estrondosa campanha de marketing fomenta a venda dos livros, que virarão filmes para crianças em 2001.

Segundo a imprensa americana, Harry Potter reativou uma antiga tradição: famílias inteiras se reúnem para ler as histórias do menino-bruxo em voz alta.
No Brasil, foram lançados dois títulos “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, e “Harry Potter e a Câmara Secreta”, e há a previsão de que seja lançado o terceiro volume no mês de dezembro, a lista de reservas é enorme e extensa.
Poucos pais comprariam conscientemente para seus filhos manuais de feitiçaria e bruxaria, contudo os compram disfarçados de entretenimento.
Rapidamente vamos ver o que significa os dois títulos já lançados no Brasil:
Câmara secreta

Em todo ritual de iniciação apresenta-se uma prova, que é a passagem por uma câmara secreta; que pode ser um cubículo, um quarto fechado, etc., é sempre um lugar afastado de curiosos. Neste local o iniciado é aspergido com água lustral – para purificação – ou com o sangue de uma vítima sacrificada. O iniciado fica acordado ou dormindo para receber as revelações da divindade.
A câmara secreta simboliza o local da morte do velho homem e do nascimento do novo homem. Toda iniciação por mais natural que seja, comporta algo de secreto e de retirado.

Pedra filosofal
Na alquimia, é o produto final almejado após longos processos de transformação, na busca de transformar substâncias em, por exemplo, elixir da vida. A doutrina alquimista é cunhada e forjada pela Gnose – ou conhecimento, assim, a verdadeira pedra filosofal é o ser humano espiritual, purificado e não influenciado pelo mundo material e que, de certa forma também enobrece e eleva seu entorno por meio da sua espiritualidade.
A autora da saga é a escocesa Joanne Kathleen Rowling – a J. K. Rowling, que de pobre e miserável financeiramente tornou-se milionária, tendo a sua fortuna pessoal estimada em US$ 50 milhões quando decidiu escrever sobre bruxarias e feitiçarias.

Quanto as nossas crianças brasileiras, têm sido indicados a elas autores do quilate de J. R. R. Tolkien, especialista em sagas – contos literários, cujo gênero nasceu na Islândia, no século XII, logo difundido em outros países nórdicos. As sagas contam as histórias de guerreiros e de clãs que pouco a pouco incorporaram elementos místicos.

Tolkien escreveu a famosa trilogia O Senhor dos Anéis, cujo enredo é povoado por “elfos” (gênio aéreo da mitologia escandinava, que simboliza o ar, o fogo, a terra, etc.), e anões. Com a indicação os livros de Tolkien esgotaram-se nas livrarias brasileiras, o que fez com que a editora responsável prometesse colocar novas edições ainda no mês de novembro.

Outras indicações são os livros de Roald Dahl e C. S. Lewis, também de temática semelhante aos de Tolkien.

Recentemente filas se formaram para adquirir em primeira mão o novo exemplar do livro que traz as aventuras de “Harry Potter and the Goblet of Fire” – “Harry Potter e o cálice de fogo”, quarta parte da série, que foi lançado batendo recordes: 3,8 milhões de exemplares chegaram as prateleiras americanas já no primeiro dia de vendas.

A imensa maioria das filas era composta por crianças ávidas pelo livro do seu “herói”. A saga de Harry Potter terá um total de sete livros. Se fizermos as contas, veremos que foram vendidos cerca de 30 milhões de exemplares nas sete edições, possivelmente serão vendidos 70 milhões, o que tornará a autora mais rica ainda, a custa de feitiçaria e bruxaria.

Considerando as estatísticas de que em cada dez compradores dos livros de Harry Potter, oito são crianças, ao fim da série de sete livros, teremos cerca de 56 milhões de crianças no mundo todo lendo tais livros. Isso, se considerarmos somente um leitor por livro, e igualmente para as tiragens atuais.

A evidência e constatação são a de que cada vez mais crianças estão tomando contato com o ocultismo e misticismo, e será esta a geração que estará à mercê do dominador deste mundo. O que vemos é uma orquestração silenciosa que toma conta de tudo.

O enredo é pobre em conteúdo cultural, o enfoque é todo maniqueísta; recentemente alguns leitores mirins encontraram “furos” na história. Especialistas disseram que tudo não passou de uma jogada de marketing, o que vai fazer com que as próximas edições vendam muito mais.

Afinal quem não quer encontrar um “furo” em tão famoso livro? Os descobridores dos erros foram elevados à categoria de celebridades instantâneas, deram entrevistas e avistaram-se com a autora. Daí a insinuação de que tudo não passou de uma esperta jogada para vender mais e mais livros.

J. K. Rowling tem sido o instrumento nas mãos de Satanás que impiedosamente busca capturar as mentes das crianças. É o império das trevas estabelecendo o seu “território”. De tudo isto resta a triste constatação de que o príncipe deste mundo não poupa nada na sua ânsia de dominar o mundo. O que veremos dentro de alguns anos é que estes que hoje brigam e se estapeiam nas filas das livrarias para comprar a literatura do inferno, é a geração que amanhã será profundamente incrédula e pervertida espiritualmente.

Enquanto muitos se preocupam em criar mecanismos para salvar baleias, pandas ou outros animais em extinção, crianças e jovens são contaminados espiritualmente por literatura do tipo debatida neste artigo, sob o nosso olhar passivo e indiferente.

Uma grande e crucial questão nos atinge: ou tomamos uma posição definitiva e partimos para alertar nossa gente numa ação rápida, ou seremos engolidos por tudo o que provém do mal. Devemos utilizar todos os recursos disponíveis para evitar que esta e outras literaturas cheguem aos nossos filhos e crianças.

Lembro ainda da nossa responsabilidade de ensinar nossos filhos as verdadeiras histórias bíblicas e acerca da esperança redentora que nos move em direção ao céu – Provérbios 22:6.
O tempo é este!

Autor: Jehozadak A. Pereira

http://estudos.gospelmais.com.br/harry-potter-o-oleiro-maldito.html

Thursday, June 30, 2011

Umas Cosinhas sobre o Brasil...

Aqui está um texto que me foi enviado por e-Mail o qual eu achei bem interessante, e trata sobre o nosso grande país do Brasil. Infelizmente não me lembro quem me enviou esse e-Mail, mais agora o que importa é o que a mensagem nos diz. Quem sabe assim a gente não aprecia esse país um pouquinho mais. Afinal, temos orgulho ou não de nosso país?! Eu posso ter vergonha dos políticos brasileiros, mais nunca do Brasil! O nome original desse texto se chama "Comantários de Uma Holandesa Sobre o Brasil".

Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil. E realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos mas, no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximiza os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e (pasmem!) se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos - antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne. Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta. Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador. Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir para lá dar aulas de como conquistar o cliente.
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.
O Brasil tem uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa. Os brasileiros são vítimas de vários crimes contra sua pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que tem muitas razões para resgatar as raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: Os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos. Por que esse vício de só falar mal do Brasil?

1.Por que não se orgulhar em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que o Brasil tem o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que as agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não se fala que o Brasil é o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizer que o Brasil é hoje a terceira maior democracia do
mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não lembrar que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atende-los bem?
8. Por que não se orgulhar de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.

É! O Brasil é um país abençoado de fato. Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos. Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques. Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda
gente. Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!

Se achar conveniente:
Divulgue esta mensagem! Com essa atitude, talvez não consigamos mudar o modo
de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras irá, pelo
menos, por alguns momentos, refletir e se orgulhar de ser BRASILEIRO!!!

Piercing – A beleza que aprisiona o corpo e o espírito

Os jovens da igreja de hoje estão se deixando influenciar pelo modismo do mundo. Alguns dizem que é necessário para evangelizar as pessoas, outros dizem que a igreja precisa mostrar que não é radical e ainda escutamos diversos absurdos.



Esse texto traz como tema principal o Piercing. Esta indumentária para o corpo surgiu na Índia há bastante tempo. Sua função é trazer mais um adorno, uma diferenciação, uma certa forma de beleza estética. Porém eles têm um significado diferente para cada parte do corpo.

Todos os Piercingsindianos são dedicados a deuses e/ou ídolos regionais e territoriais. A partir do momento que você coloca um Piercing em seu corpo você está sujeito a uma atuação demoníaca, mesmo que você não queira ou não saiba que isso vai acontecer. O diabo não está nem um pouco interessado em saber qual é a sua intenção, ele não quer saber se você sabe ou não o significado do que você está fazendo; ele apenas usa suas artimanhas para se apoderar da sua vida.

Portanto, vou explicar um pouco dos significados dos Piercings nas partes do corpo mais comumente utilizadas para sua colocação, segundo estudos feitos por pastores (não foi citada uma fonte segura quanto a origem desses argumentos, mas há uma grande correlação com as partes do corpo na quais eles são colocados e seu reflexo no mundo espiritual, visto que as partes do corpo citadas abaixo têm uma influência muito grande na vida das pessoas, na área da fala, visão, gestação, sexualidade, sensualidade e outras).

o O Piercing colocado no nariz significa DOMÍNIO e seu sentido no mundo espiritual é uma distorção do caráter e um direcionamento que causam rebeldia e uma autoconfiança muito exacerbada.

o O Piercing nas sobrancelhas dá vazão para um APRISIONAMENTO DA MENTE, causando um bloqueio na mente de quem os usa. Para essas pessoas nada tem grande importância principalmente na vida espiritual.

o O Piercing nas orelhas, muito comum, significa APRISIONAMENTOS EM ÁREAS ESPECÍFICAS do corpo, podendo ser bloqueio do sistema nervoso, sistema simpático e sistema parassimpático. As pessoas que os usam podem sofrer de problemas na coluna, útero, alterações de libido e personalidade e, também, alterações genitais.

o Um dos piercings que estão mais na “moda” é colocado no umbigo. Este está na área destinada a ALIMENTAÇÃO. Serve como um local de canalização de espíritos satânicos no corpo de quem os usa. Ele representa a exposição do corpo, visto que as pessoas que os usam gostam de deixá-los à mostra.

o O Piercing nos lábios significa um DOMÍNIO NA FALA; assim como o que é colocado na gengiva. As pessoas que os usam estão propensas a ter insegurança nessa área, dificuldades para uma boa comunicação, etc. Seu significado na vida dessas pessoas é como de um cabresto e pode ser representado na forma de gagueira. A diferença entre o colocado nos lábios e o que é colocado na gengiva, é que o segundo representa a LUXÚRIA.

o O Piercing nos órgãos genitais traz como significa principal a PROSTITUIÇÃO. Ele pode causar um estímulo intra-uterino para atuação de espíritos nessa área causando esterilidade e outros problemas nas mulheres e, também, nos homens. Ele trás uma atuação na área da prostituição na vida das pessoas que o utilizam.

Bem, significa que todas as pessoas que você vir com esses tipos de piercings estarão manifestando esses sintomas que foram ditos? Não, nem sempre. Mas digo que no mundo espiritual elas estão aprisionadas de alguma forma por essas marcas que elas carregam no corpo. Pois está escrito que "Não farão os sacerdotes calva na cabeça, e não raparão os cantos da barba, nem farão lacerações na sua carne." (Levíticos 21:5.)E também: "Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o Senhor." (Levíticos 19:28.)

Está escrito claramente na Palavra do Senhor que qualquer tipo de marca ou laceração na pele, não agrada ao Senhor. Portanto,como piercings e tatoo´s são marcas ou lacerações, podemos concluir que não agradam ao Pai.

Além disso, na atualidade, as pessoas que usam esse tipo de indumentário, são tidas como rebeldes, marginalizadas da sociedade, exibicionistas, enfim não recebem muito crédito e muitas vezes são descriminadas. Portanto, como nós cristãos devemos nos apresentar? Como pessoas estranhas, rudes, descriminadas ou como filhos do Senhor agradáveis em todos os aspectos inclusive o visual? Não para Deus pois Ele vê nosso coração, mas devemos lembrar que as pessoas não têm essa capacidade!

Abaixo você encontra uma lista com alguns sites interessantes que falam sobre os piercings.

>> "mas traduzido pelo senso comum como sinônimo de agressividade. "Assim como a tatuagem, ele também é uma representação da individualidade, uma tentativa de sair da identidade familiar para a grupal" (Trecho retirado de uma matéria da Galileu -http://galileu.globo.com)

>> "Tatuagem e piercing: em algumas culturas juvenis a pretensão a viver `na margem´ incorpora-se literalmente através de algumas inscrições corporais socialmente percepcionadas como excessivas, transgressoras do espaço de limites e possibilidades legítimas de utilização decorativa do corpo, como a tatuagem e o bodypiercing. [...]A assunção e percepção da radicalidade neste tipo de projectos tem por referência um modelo de corporeidade que é, à partida dissidente, transgressivo, indisciplinado." (Trecho retirado do site (http://www.ics.ul.pt/investiga/projectos/opj/est_monog.htm#Exp)

>> "...manifestações do bodymodification (piercing) reforça o homem-máquina..." (http://www.pragatecno.hpg.ig.com.br/moda.htm) - Não deveria ser homem espírito? (nota de Breno Amaral)

>> "...sinônimo de revolta e independência..." (frase de um tatuador)

>> "Fruto do exibicionismo, da loucura ou da simples vontade de se ornamentar, os anéis corporais foram trazidos da cultura underground da costa da Califórnia (USA) e do universo sadomasoquista, por jovens sem preconceitos, que viram nele uma nova forma de exaltar o corpo e as suas zonas erógenas. Outrora os anéis corporais tinham conotações sagradas, dramáticas e classicistas." Carmen Martín (http://www.alem-mar.org/ecclesia/artigo_fc.asp?cod_artigo=135543)

>> " Vários ex-satanistas afirmam que um dos principais sinais de uma sociedade estar adotando o satanismo é o aumento no número de pessoas que usam piercings e tatuagens. Em Deuteronômio 14:1 e Levítico 19:28, Deus proibiu a tatuagem, pois andava de mãos dadas com a adoração a Satanás entre os povos vizinhos de Israel naquele tempo. Deus proíbe a perfuração do corpo em Levítico 21:5, igualmente porque era parte do satanismo daquele tempo, e Deus não queria que Israel tivesse nada a ver com essas práticas ou outras manifestações físicas delas." (http://www.espada.eti.br/n1514.asp)


Agora que já sabe que alterações no santuário do Espírito Santo não agradam ao Senhor, você pode optar por ser abençoadinho(a), abençoado(a) ou abundar na graça e na unção do Pai.

O Senhor é um Deus de amor e quer sempre o melhor para Seus filhos e nunca vai querer que nenhum de nós se perca por causa as armadilhas de satanás. Somos mais que vencedores em Cristo Jesus!!!

No amor e na graça do nosso maravilhoso Deus... Sempre e sempre!

Breathe


This is the air I breathe
This is the air I breathe
Your holy presence living in me

This is my daily bread
This is my daily bread
Your very word spoken to me

And I I'm desperate for you
And I I'm I'm lost without you

This is the air I breathe
This is the air I breathe
Your holy presence living in me

This is my daily bread
this is my daily bread
your very word spoken to me

And I'm, I'm desperate for you
And I'm, I'm lost without you

And I'm desperate for you
And I'm, I'm lost without you.

I'm lost without you.

I'm lost without you.

I'm desperate for you.

(Cry out to live)

I'm desperate for you..

I'm lost, I'm lost, I'm lost without you..
I'm lost without you

I'm desperate for you

(pianospill)

(How many of you are hungry for God?)

(I want more of them. who wants to .. to open up?)


Respirar

Este é o ar que eu respiro
Este é o ar que eu respiro
Sua santa presença vive em mim

Este é o meu pão de cada dia
Este é o meu pão de cada dia
Sua verdadeira Palavra fala em mim

Eu estou desesperado por Ti
E eu estou perdido sem Ti

Este é o ar que eu respiro
Este é o ar que eu respiro
Sua santa presença vive em mim

Este é o meu pão de cada dia
Este é o meu pão de cada dia
Sua verdadeira Palavra fala em mim

Eu estou desesperado por Ti
E eu estou perdido sem Ti

Eu estou desesperado por Ti
E eu estou perdido sem Ti

E eu estou perdido sem Ti

E eu estou perdido sem Ti

Eu estou desesperado por Ti

(Chorar para viver)

Eu estou desesperado por Ti

Eu perdido, perdido sem Ti
Eu estou perdido sem Ti

Eu estou desesperado por Ti

(piano solo)

(Quantos estão famintos por Deus?)

(Eu quero mais, quem quer mais... entregar se? )

Above All

Above all powers above all kings
Above all nature and all created things
Above all wisdom and all the ways of man
You were here before the world began

Above all kingdoms above all thrones
Above all wonders the world has ever known
Above all wealth and treasures of the earth
There's no way to measure what You're worth

Crucified laid behind the stone
You lived to die rejected and alone
Like a Rose trampled on the ground
You took the fall and thought of me
Above all

Above all powers above all kings
Above all nature and all created things
Above all wisdom and all the ways of man
You were here before the world began

Above all kingdoms above all thrones
Above all wonders the world has ever known
Above all wealth and treasures of the earth
There's no way to measure what You're worth

Crucified laid behind the stone
You lived to die rejected and alone
Like a Rose trampled on the ground
You took the fall and thought of me
Above all

Crucified laid behind the stone
You lived to die rejected and alone
Like a Rose trampled on the ground
You took the fall and thought of me
Above all

Like a Rose trampled on the ground
You took the fall and thought of me
Above all

Like a Rose trampled on the ground
You took the fall and thought of me
Above all!


Acima De Tudo
Acima de todo o poder, acima de todos os reis
Acima da natureza e de toda as criaturas
Acima de qualquer sabedoria e de todos os planos humanos
Tu estavas aqui antes da criação do mundo

Acima de todos os reinos, acima de todos os tronos
Acima de todas as maravilhas conhecidas deste mundo
Acima de qualquer riqueza e tesouros que há na terra
Não há como medir o quão precioso tu és

Crucificado, sepultado atrás de uma pedra
Viveste para morrer, rejeitado e só
Como uma rosa, pisada sobre o chão
Tomaste este cálice, pensando em mim
Acima de tudo.

Acima de todo o poder, acima de todos os reis
Acima da natureza e de toda as criaturas
Acima de qualquer sabedoria e de todos os planos humanos
Tu estavas aqui antes da criação do mundo

Acima de todos os reinos, acima de todos os tronos
Acima de todas as maravilhas conhecidas deste mundo
Acima de qualquer riqueza e tesouros que há na terra
Não há como medir o quão precioso tu és

Crucificado, sepultado atrás de uma pedra
Viveste para morrer, rejeitado e só
Como uma rosa, pisada sobre o chão
Tomaste este cálice, pensando em mim
Acima de tudo.

Crucificado, sepultado atrás de uma pedra
Viveste para morrer, rejeitado e só
Como uma rosa, pisada sobre o chão
Tomaste este cálice, pensando em mim
Acima de tudo

Como uma rosa pisoteada no chão
Você levou a queda e pensou de mim
Acima de tudo

Como uma rosa pisoteada no chão
Você levou a queda e pensou de mim
Acima de tudo

Tuesday, June 28, 2011

os ÚLTIMOS DIAS

ÚLTIMOS DIAS DE PREPARAÇÃO:
Aumento dos falsos profetas e da transigência religiosa dentro da igreja: Mt 24.4,5,10,11,24; Lc 18.8; 2Ts 2.3; 1Tm 4.1; 2Tm 3.1,13; 4.3,4; 2Pe 2.1-3; 3.3,4

Aumento do crime e desrespeito à lei de Deus: Mt 24.12, 37-39; Lc 17.26-30; 18.8; 1Tm 4.1; 2Tm 3.1-8

Aumento de guerras, fomes e terremotos: 24.6-8; Mc 13.7,8; Lc 21.9

Diminuição do amor e da afeição no lar: Mt 10.21; 24.12; Mc 13.12; 2Tm 3.1-3

Perseguição mais severa do povo de Deus: Mt 10.22,23; 24.9,10; Mc 13.13; Jo 15.19,20; 16.33; At 14.22; Rm 5.3

Aqueles que se mantêm firmes serão salvos: Mt 24.13; Mc 13.13

O evangelho será pregado ao mundo inteiro: Mt 24.14; Mc 13.10

O Espírito será derramado sobre o povo de Deus: At 12.17-21, 38, 39

O ARREBATAMENTO:
Os crentes devem estar prontos e esperar constantemente por esse evento iminente: Mt 24.42-44; 15.1-13; Mc13.33-37; Lc 12.35; 21.19, 34-36; Rm 13.11; Fp 4.5; 1Ts 1.10; 4.16-18; 5.6-11; 2Tm 4.8; Tt 2.13

Cristo virá de modo inesperado, posto que o momento exato não poderá ser calculado: Mt 24.36, 42-44; 25.5-7, 13; Mc 13.22-37; Lc 12.35-46

Cristo virá arrebatar os crentes que viverem na terra nessa ocasião: Lc 21.36; Jo 14.3; 1Ts 1.10; 4.15-17; 2Ts 2.1; Ap 3.10,11

Os crentes serão livrados da ira vindoura: Lc 21.36; 1 Ts 1.10; 5.2-9; Ap 3.10,11

Os crentes que viverem nessa ocasião receberão corpos transformados: Rm 8.23; 1 Co 15.51-54; 1Ts 4.16-17

Os crentes que morreram antes desse evento ressuscitarão e serão arrebatados com Cristo: 1 Co 15.50-55; 1Ts 4.16,17

Todos os santos arrebatados serão julgados por Cristo: Jo 5.22; Rm 14.12; 1Co 3.12-15; 2Co 5.10; 2Tm 4.8

Os crentes serão julgados segundo as suas obras: Ec 12.14; Mt 5.22; 12.36,37; Mc 4.22; Rm 2.5-11,16; 1Co 4.5; 2Co 5.10; Ef 6.8; Cl 3.23-25

Os crentes fiéis receberão galardões: Mt 5.11,12; 25.14-23; Lc 19.12-19; 22.28-30; Gl 6.8-10; 1Co 3.12-14; 9.25-27; 13.3; Ef 6.8; 2Tm 4.8; Hb6.10; 1Pe 5.4; Ap 2.7, 11, 17, 26-28; 3.4,5, 12, 21

Os crentes menos fiéis não serão condenados, mas receberão poucos galardões, ou nenhum: Ec 12.14; Mt 5.19; 1Co 2.13-15; 2Co 5.10; Cl 3.25; 1Jo 2.28

A TRIBULAÇÃO:
Os fiéis nas igrejas de Cristo serão preservados do tempo da provação: Lc 21.36; Jo 14.1-3; 2 Co 5.2,4; Fp 3.20,21; 1Ts 1.10; 4.16-18; 5.8-10; Ap 3.10

Começará depois que aquele que o detém for removido do caminho: 2 Ts 2.6-8

Começará depois de intensificar-se o poder secreto da iniquidade: 2 Ts 2.7,8

Começará depois de ocorrer uma grande rebelião contra a fé: 2Ts 2.3

O Anticristo (o homem da iniqüidade) aparecerá: Dn 6.26,27; 2 Ts 2.3-10; Ap 13.1-18; 16.2; 17.9-18; 19.19,20

Começará com a abertura dos sete selos: Ap 6.1

Um tempo de aflição em escala mundial: Mt 24.21,22;Ap 6-19

Durará sete anos: Dn 9.27

Falsos profetas realizarão grandes sinais e maravilhas: Mt 24.24; 2Ts 2.8-10; Ap 13.13; 16.14; 19.20

O evangelho será pregado por anjos e possivelmente por judeus: Ap 7,1-4; 11.3-6; 14.6,7

Pessoas serão salvas durante esses dias: Dt 4.30,31; Ap 7.9-17; 14.6,7; 11.13

Muitos judeus se voltarão para Cristo: Rm 11.25,26; Ap 7.1-8

Aqueles que tiveram a oportunidade de crer em Jesus antes do arrebatamento não terão mais nenhuma oportunidade de se arrepender: Mt 25.1-12; Lc 12.45,46; 2Ts 2.10-12

Será um tempo de perseguição para todos os que são fiéis a Jesus: Dn 12.10; Mt 24.15-21; Ap 6.9-11; 7.9-17; 9.3-5; 12.12, 17; 13.7, 15-17; 14.6, 13; 17.6; 18.24; 20.4

A GRANDE TRIBULAÇÃO:
Últimos três anos e meio de “A tribulação”: Dn 9.27; Ap 11.1,2; 12.6; 13.5-7

Começará com a abominação desoladora no lugar santo (no templo): Dn 9.27; 12.11; Mt 24.15; Mc 13.14; 2Ts 2.4; Ap 13.14,15

A atividade demoníaca aumentará grandemente: Ap 9.3-11,14-19; 16.12-14

A feitiçaria e a bruxaria aumentarão grandemente: 1 Tm 4.1; Ap 9.21; 18.23; 22.15

Ocorrerão eventos cósmicos relacionados com o sol, a lua e as estrelas: Is 13.9-11; Mt 24.29; Mc 13.24,25; Lc 21.25; Ap 6.12-14; 8.10,12; 9.2

O engano religioso será generalizado: Mt 24.24; Mc 13.6, 21,22; 2Ts 2.9-11

Tempo de sofrimento terrível para os judeus: Jr 30.5-7; Ap 11.2; 12.12-17

O período de aflição mundial mais terrível e mais intenso de toda a história universal: Dn 12.1; Mt 24.21; Mc 13.15-19; Ap 6.9-17; 9.1-21; 16.1-21

Deus derramará a sua ira sobre os ímpios: Is 13.6-13; Jr 30.4-11; Dn 12.1; Zc 14.1-4; Ap 3.10; 6.17; 9.1-6; 18-21; 14.9-11; 19.15

A igreja apóstata será destruída: Ap 17.16-17

Duas testemunhas que pregavam o evangelho e que foram mortas serão ressuscitadas: Ap 11.11-12

O fim da grande tribulação poderá ser conhecido por sinais específicos: Mt 24.15-29,32,33; Mc 13.38,39; Lc 21.28

Terminará na ocasião da batalha de Armagedom e da plena ira de Deus contra os ímpios: Jr 25.29-38; Ez 29.17-20; Jl 3.2,9-17; Sf 3.8; Zc 14.2-5; Ap 14.9-11,14-20; 16.12-21;19.17,18

Cristo triunfará sobre o Anticristo e os seus exércitos: Mt 24.30,31; 2 Pe 3.10-13; Ap 19.11-21

O ANTICRISTO:
Governante durante a tribulação, que controla o mundo inteiro: Dn 7.2-7, 24-27; 8.4; 11.36; Ap 13.1-18; 17.11-17

Uma pessoa incrivelmente maligna, um “homem do pecado” e da iniquidade: Dn 9.27; 2 Ts 2.3; Ap 13.12

Descrito como uma besta: Ap 13.1-18; 17.3, 8, 16; 19.19,20; 20.10

Estabelecerá uma imagem de si mesmo no templo e exigirá adoração: Dn 7.8,25; 11.31, 36; Mt 24.15; Mc 13.14; 2 Ts 2.3,4; Ap 13.4,8, 12, 14, 15; 14.9; 16.2

Operará milagres mediante o poder de Satanás: Mt 24.24; 2 Ts 2.9,10; Ap 13.3, 12-14; 16.14; 17.8

Terá a capacidade de enganar as nações: 2 Ts 2.9,10; 1 Jo 2.18; Ap 20.3

Será ajudado pelo falso profeta (a besta que emergiu da terra): Ap 13.11-17; 16.13; 19.20; 20.10

Matará as duas testemunhas que proclamam o Evangelho: Ap 11.7-10

Procurará matar todos aqueles que não possuírem a marca da besta: Ap 6.9; 13.5-17; 14.12,13

Acabará destruindo o sistema religioso com o qual se aliara: Ap 17.16,17

Será derrotado por Cristo quando Ele voltar à terra para estabelecer o reino: 2 Ts 2.8; Ap 16.16; 19.15-21

O GLORIOSO APARECIMENTO DE CRISTO DO CÉU PARA JULGAR E GUERREAR:
Cristo voltará com os crentes e com seus anjos: 2 Ts 1.7-10; Jd 14, 15; Ap 19.14

Cristo reunirá os santos da tribulação: Mt 24.31; 25.31-40; Mc 13.27; Ap 20.4

Os incrédulos não estarão preparados para isso: Mt 24.38,39,43

Cristo separará os homens na terra; Mt 13.40,41, 47-50; 25.31-46

As nações ficarão enfurecidas diante desse evento; Ap 11.18

Os santos se regozijarão diante desse evento; Ap 19.1-8

Cristo julgará e destruirá os ímpios, inclusive o Anticristo e o Satanás: Is 13.6-12; Ez 20.34-38; Mt 13.41-50; 24.30; 25.41-46; Lc 19.11-17; 1 Ts 5.1-11; 2 Ts 2.7-10,12; Ap 6.6,17; 11.18; 17.14; 18.1-24; 19.11-20.3

Os santos da tribulação receberão galardões: Mt 5.11,12; 1Co 3.12-14; 9.25-27; Gl 6.9,10; 2Tm 4.8; Ap 20.4

Os santos da tribulação compartilharão da glória de Cristo e do seu Reino: Mt 25.31-40; Rm 8.29; 2Ts 2.13,14; Ap 20.4

O MILÊNIO:
Satanás será amarrado: Ap 20.2,3

Os santos da tribulação (e possivelmente os santos do AT) ressuscitarão dentre os mortos: Ap 20.4

A igreja e todos os santos martirizados na tribulação reinarão com Cristo: Ap 2.26,27; 3.21; 5.9,10; 11.15-18; 20.4-6

Cristo reinará na terra sobre os santos da tribulação que estiverem com vida na sua vinda: Is 9.6,7; Mq 4.1-8; Dn 2.44; Zc 14.6-9; Ap 5.10; 11.15-18; 20.4-6

A duração do reino será de mil anos: Ap 20.4-7

Os filhos de Deus terão descanso: 2 Ts 1.7
A natureza será restaurada à sua ordem e perfeição original: Sl 96.11-13; 98.7-9; Is 14.7,8; 35.1,2, 6,7; 51.3; 55.12,13; Ez 34.25; Rm 18-23

Satanás será solto por um breve tempo no fim do milênio: Ap 20.7

Terminará quando Cristo entregar o reino ao Pai: 1 Co 15.24

O JUÍZO FINAL:
Batalha final de Gogue e Magogue: Ap 20.7-9

Todos os ímpios serão ressuscitados dentre os mortos para enfrentar o juízo: Is 26.19-21; Dn 12.2; Jo 5.28,29; Ap 20.12-15

O julgamento do grande trono branco: Ap 20.11-15

Todos os inimigos de Deus serão lançados no lago de fogo: 2 Ts 2.9; Ap 20.10,12-15; 21.8

OS NOVOS CÉUS E A NOVA TERRA:
Deus destruirá a terra atual: Sl 102.25,26; Is 34.4; 51.6; Ag 2.6; Hb 12.26-28; 2 Pe 3.7,10,12

Deus criará novos céus e nova terra: Is 51.6; 65.17; 66.22; Rm 8.19-21; 2 Pe 3.10-11; Ap 21.1-22.6

Deus removerá todos os efeitos do pecado: 2 Pe 3.13; Ap 21.4; 22.3, 15; Ap 21.1-3

A nova terra se tornará o quartel-geral de Deus: Ap 21.1-13